Médico
Abscesso é um acúmulo de pus dentro ou sobre a pele, ou nos tecidos moles logo abaixo dela. Ele se forma quando uma infecção faz o organismo isolar a região, e o pus, uma mistura de células de defesa, bactérias e tecido…
Médico
Abscesso é um acúmulo de pus dentro ou sobre a pele, ou nos tecidos moles logo abaixo dela. Ele se forma quando uma infecção faz o organismo isolar a região, e o pus, uma mistura de células de defesa, bactérias e tecido…
Metafísico
Em Heal Your Body (Cure seu corpo), Louise Hay associa o abscesso a pensamentos que "fermentam" em torno de mágoas, desprezos e desejo de vingança, e propõe como novo padrão permitir que os pensamentos sejam livres, reconhecer…
Abscesso é um acúmulo de pus dentro ou sobre a pele, ou nos tecidos moles logo abaixo dela. Ele se forma quando uma infecção faz o organismo isolar a região, e o pus, uma mistura de células de defesa, bactérias e tecido destruído, se junta em uma cavidade. Os abscessos de pele são comuns, afetam pessoas de todas as idades e podem aparecer em qualquer parte do corpo. Esta página trata do abscesso cutâneo; abscessos de outros locais, como o anal, o da garganta e o peritonsilar, têm entradas próprias.
Causas e fatores de risco: a causa mais frequente é a infecção bacteriana, e o estafilococo (Staphylococcus aureus) costuma ser o agente, incluindo as cepas resistentes conhecidas como MRSA. O abscesso pode surgir depois de um ferimento ou lesão leve, de um furúnculo ou de uma foliculite, que é a infecção do folículo piloso. Segundo a Mayo Clinic, ao tratar de furúnculos, o risco aumenta com diabetes, com outras doenças de pele, como acne e eczema, e com a imunidade enfraquecida. O NHS acrescenta tabagismo, obesidade e idade entre 15 e 40 anos entre os fatores de risco do abscesso de pele.
Sintomas: inchaço ao redor do ponto infectado, pele endurecida, vermelhidão, sensibilidade e calor local. A lesão pode ser uma área elevada ou uma ferida aberta ou fechada, o centro pode estar mole ao toque e pode haver saída de líquido ou pus. Em alguns casos aparecem febre ou calafrios.
Diagnóstico: o profissional de saúde costuma diagnosticar olhando a área afetada. A diretriz da Infectious Diseases Society of America (IDSA, 2014) recomenda coletar o pus para Gram e cultura, mas considera razoável tratar sem esses exames em casos típicos. A cultura ajuda a identificar a causa da infecção.
Tratamento: compressas mornas ajudam o abscesso a drenar e a cicatrizar mais rápido. Nunca aperte nem esprema a lesão, porque isso pode espalhar a infecção. A IDSA recomenda a incisão e drenagem como tratamento do abscesso (recomendação forte, evidência alta). O procedimento é feito com anestesia local, e às vezes se deixa um material de curativo dentro da ferida. Segundo a IDSA, o uso de antibiótico como complemento da drenagem depende de sinais de resposta inflamatória sistêmica, como febre ou hipotermia, respiração e batimentos acelerados ou alteração dos glóbulos brancos. Um antibiótico ativo contra MRSA é recomendado para quem não melhorou com o tratamento inicial, tem defesas muito comprometidas, ou tem sinais sistêmicos com pressão baixa. O NHS informa que abscessos menores, com pouco pus, podem ser tratados só com antibiótico, sem cirurgia. Uma revisão de escopo de 2023 descreve aspiração com agulha e drenagem com dreno ou cateter como alternativas ou complementos viáveis à incisão tradicional, mas a IDSA mantém a incisão e drenagem como o tratamento recomendado.
Quando procurar atendimento: qualquer sinal de infecção de pele, como drenagem, febre, dor, vermelhidão ou inchaço, justifica procurar um profissional. A Mayo Clinic acrescenta atenção especial quando a lesão está no rosto ou afeta a visão, piora rápido, é muito dolorosa, continua crescendo apesar dos cuidados em casa, não cicatriza em duas semanas ou volta a aparecer. O NHS pede atendimento urgente se houver nódulo doloroso, vermelho ou quente com febre ou calafrios, ou inchaço e vermelhidão que se espalham a partir do nódulo. A IDSA recomenda investigar causas locais, como cisto pilonidal, hidradenite supurativa ou corpo estranho, quando o abscesso volta no mesmo lugar.
Complicações: a infecção pode se espalhar pela mesma área, atingir o sangue e o resto do corpo, ou causar morte de tecido (gangrena). A maioria dos abscessos de pele tem cura com tratamento adequado.
Prevenção: manter limpa e seca a pele ao redor de ferimentos leves e tratar logo as infecções pequenas. A Mayo Clinic recomenda ainda lavar bem as mãos, cobrir cortes e não compartilhar toalhas e lâminas.
Em Heal Your Body (Cure seu corpo), Louise Hay associa o abscesso a pensamentos que "fermentam" em torno de mágoas, desprezos e desejo de vingança, e propõe como novo padrão permitir que os pensamentos sejam livres, reconhecer que o passado acabou e estar em paz. Entradas vizinhas do mesmo quadro seguem a mesma linha: furúnculo como raiva que ferve, infecção como irritação, raiva e aborrecimento, inflamação como medo e pensamento "inflamado", e problemas de pele como ansiedade, medo e sensação de ameaça.
Lise Bourbeau, na entrada sobre abscesso (Abcès) de Ton corps dit: Aime-toi!, lê o quadro como raiva guardada por muito tempo, que pode gerar desespero, impotência e culpa, e aponta a necessidade de aceitar os medos atuais. Rüdiger Dahlke, em Krankheit als Chance, distingue o abscesso quente, ligado a mais agressão e energia de fogo, do abscesso frio, ligado a raiva encapsulada, resignação e decepção.
Pode estar relacionado a um momento em que a pessoa sente que "ferve por dentro" e ainda não encontrou um canal seguro para dizer o que sente ou para pôr um limite. Como imagem, o pus que se acumula em um ponto lembra aquilo que ficou retido sem ser elaborado; essa é uma leitura nossa, não de um autor específico.
A Medicina Tradicional Chinesa, em materiais de divulgação, relaciona furúnculos e abscessos à estagnação do Qi do Fígado ligada a estresse, frustração e raiva suprimida, que se transforma em calor. A psiconeuroimunologia associa o estresse psicológico a cicatrização mais lenta (Gouin e Kiecolt-Glaser, 2011), o que não é uma causa de abscesso.
Estas leituras são simbólicas e não têm comprovação científica. As passagens de Hay, Bourbeau e Dahlke citadas aqui vêm de transcrições de terceiros, não dos livros. O abscesso é uma infecção bacteriana e precisa de avaliação e tratamento médicos. Nesta pesquisa não foi encontrada passagem sobre abscesso em Dethlefsen e Dahlke (A doença como caminho) nem em Valcapelli e Gasparetto, e por isso eles não são citados.
Abertura — coroa (Sahasrara) e fronte, com aviso de segurança: mãos suavemente sobre a cabeça e a fronte, para relaxar e abrir a sessão. Antes de começar, lembre que o Reiki é uma terapia complementar, que o NCCIH diz não ter eficácia demonstrada para nenhuma finalidade de saúde, e que ele não trata infecção nem substitui a drenagem e o antibiótico indicados pelo médico. Pergunte onde está o abscesso: em qualquer posição que fique sobre a lesão ou o curativo, mantenha as mãos a alguns centímetros, sem contato, ou pule a posição. Se houver pus aparente ou suspeita de MRSA, lave as mãos com água e sabão antes e depois e não toque a lesão nem o curativo. Peça atendimento médico se houver febre, piora rápida, dor muito forte, abscesso no rosto ou que afete a visão, ou lesão que não cicatriza em duas semanas ou volta a aparecer
Nuca (base do crânio) — Uma mão na base do crânio e outra na região cervical: com a intenção de acalmar e soltar a tensão. Pode apoiar o relaxamento durante o tratamento, sem efeito comprovado sobre a infecção
Chakra Cardíaco (Anahata) — Mãos sobrepostas no centro do peito: posição padrão do Reiki, usada aqui com a intenção de acolher mágoa e ressentimento, que algumas leituras metafísicas associam ao abscesso. Respeite o limite da pessoa, porque é uma região sensível; pode ser feita sem contato
Timo (posição usada nos protocolos do projeto; não é posição padrão em todas as fontes) — Mão no alto do esterno, entre a garganta e o coração, com a intenção de transmitir segurança e calma. Sem efeito imunológico comprovado. Se houver abscesso no peito, fazer à distância
Chakra do Plexo Solar (Manipura) — Mãos na região acima do umbigo, abaixo do esterno: posição padrão, usada com a intenção de trabalhar raiva retida e limites pessoais, temas que algumas leituras associam ao abscesso. Se o abscesso estiver no abdômen, fazer à distância
Fígado e baço (posição opcional) — Mãos nas laterais do abdômen superior, uma de cada lado, com a intenção de relaxamento e conforto. É uma variação de alguns praticantes, sem ação comprovada sobre desintoxicação ou imunidade. Se o abscesso estiver no abdômen, nas costelas ou no flanco, fazer à distância ou pular esta posição
Região lombar (posição opcional) — Mãos na região lombar, com a pessoa deitada de lado ou sentada, com a intenção de relaxamento. Não há efeito comprovado sobre rins, adrenais ou estresse. Se o abscesso estiver nas costas, na lombar, nos glúteos ou na região sacral, não encostar: fazer à distância ou pular esta posição
Região do abscesso — Reiki à distância, sem nenhum contato: mãos a alguns centímetros acima da lesão ou do curativo, ou em regiões vizinhas sadias, com a intenção de conforto. Quando o toque é contraindicado, como na presença de lesões, a literatura clínica prevê mãos suspensas a poucos centímetros do corpo (GPnotebook). Nunca tocar lesão aberta, inflamada, dolorosa ou com curativo. Se houver drenagem ou suspeita de MRSA, manter o curativo limpo e seco como orientado pelo médico, lavar as mãos antes e depois e não compartilhar toalhas e roupas que tenham tocado a lesão (CDC)
Encerramento e aterramento — Mãos nos pés ou tornozelos e varredura final do campo, da cabeça aos pés, para fechar a sessão com calma. Se o abscesso estiver nos pés, nas pernas ou nos tornozelos, fazer à distância ou em outra região sadia, como os joelhos. Sugerir descanso e hidratação depois
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